José Antonio Dias Toffoli - Foto: Divulgação/Agência Brasil O brilhante e combativo jornalista Augusto Nunes, um dos que não se vendeu às Benesses da Organização, historia a relação do senhor Dias Toffoli com bandalheira corrupta da era PT neste país. Especialmente suas ações que mandaram às favas o sistema acusatório brasileira e as bases que alicerçaram o sistema jurídico desde o império romano.
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Para se proteger e também blindar seus comparsas, o militante travestido de suprema toga, rasgou a Constituição e também enviou às calendas da história o sistema de sorteio para a escolha de ministros-relatores no STF. O texto foi publicado na também combativa e honrosa Revista Oeste.
"No vídeo condenado a ilustrar o verbete "Brasil" numa edição atualizada da Enciclopédia Universal da Infâmia, Marcelo Odebrechet conta a um delegado da Polícia Federal que eram frequêntes os contatos semiclandestinos entre diretores da empreiteira comandada por seu pai, velho amigo de Lula, e um personagem a que o depoente se refere como "amigo do amigo do meu pai". A certa altura, Marcelo é convidado a revelar a real identidade do amigo do atual presidente da República. Com a placidez de quem discorre sobre o tempo necessário para a pavimentação de 1 quilômetro de rodovia, ele desfaz o mistério: "É o Toffoli".
José Antonio Dias Toffoli presidia o Supremo Tribunal Federal ao saber, no verão de 2021, que o vídeo gravado quando chefiava a Advocacia-Geral da União fora capturado em outra ofensiva de uma das várias frentes de combate à corrupção.
Pior: a gravação comprometedora puxava uma fila de imagens, textos e diálogos de grosso calibre. Tudo somado, estava claro que as investigações desencadeadas em 2015 pela Operação Lava Jato haviam chegado às cercanias da cúpula do Poder Judiciário.
Era hora de estancar a sangria, decidiu o presidente em fim de mandato. Em 14 de março de 2019, Toffoli revogou o sistema acusatório brasileiro e instaurou monocraticamente um inquérito destinado a "investigar a existência de noticias falsas, denúncias caluniosas, ameaças e roubos de publicações sem os devidos direitos autorais, infrações que podem configurar calunia, difamação e injúria contra os membros da Suprema Corte e seus familiares".
Blog do Prisco
Começou no jornalismo em 1980, no jornal O Estado. Atuou em diversos veículos de comunicação: repórter no Jornal de Santa Catarina, colunista no Jornal A Notícia e comentarista na RBS TV, TV RECORD, Itapema FM, CBN Diário e Radio Eldorado. Comenta diariamente em algumas rádios e publica sua coluna do dia em alguns jornais do Estado. Estreou em março de 2015, nas redes sociais e está no ar com o Blog do Prisco.
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