Processo administrativo apura possível envolvimento de ex-servidor
A morfina é um medicamento de uso controlado, utilizado principalmente no tratamento de dores intensas em pacientes hospitalizados - Foto: Reprodução A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES) instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para investigar o suposto furto de morfina por um ex-servidor que atuava no Hospital Regional de São José Dr. Homero de Miranda Gomes, na Grande Florianópolis.
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A abertura do procedimento foi publicada no Diário Oficial do Estado na última sexta-feira, 15 de maio. Conforme a portaria, uma comissão formada por dois servidores da SES ficará responsável por conduzir a investigação e apurar eventual responsabilidade administrativa do ex-agente público pela suposta subtração do medicamento. O grupo terá prazo inicial de 60 dias para concluir os trabalhos, podendo haver prorrogação pelo mesmo período, caso necessário.
A morfina é um medicamento de uso controlado, utilizado principalmente no tratamento de dores intensas em pacientes hospitalizados. Por se tratar de um opioide, o armazenamento e a distribuição seguem protocolos rigorosos dentro das unidades de saúde.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde informou que o processo tramita sob sigilo, conforme prevê a legislação, garantindo ao investigado direito ao contraditório e à ampla defesa.
Segundo a SES, a publicação da portaria no Diário Oficial demonstra que o caso está recebendo o tratamento institucional adequado, com adoção das medidas formais necessárias para apuração dos fatos.
Leia a íntegra da nota oficial da SES:
“A Corregedoria da Secretaria de Estado da Saúde instaurou Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar o suposto furto de morfina envolvendo ex-servidor lotado no Hospital Regional de São José.
A Secretaria de Estado da Saúde, por meio da Corregedoria, reafirma seu compromisso com a transparência, a legalidade e a qualidade do serviço público. A publicação da portaria no Diário Oficial demonstra que o caso está recebendo o devido tratamento institucional, com a adoção das medidas formais cabíveis para apuração dos fatos, sempre em observância ao sigilo legal previsto em lei“.