Pesquisa coordenada pela UFMG reúne dados clínicos, educacionais e sociais para qualificar políticas públicas
Em Santa Catarina, participam da iniciativa a UFSC e a Fundação Catarinense de Educação Especial - Foto: FCEE, Reprodução Araranguá, participa do Registro Brasileiro de Paralisia Cerebral (RB-PC), um estudo nacional inédito que busca traçar o perfil epidemiológico e sociodemográfico de crianças, adolescentes e adultos com a condição no país.
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No Estado, participam da iniciativa a Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio do curso de Fisioterapia do campus de Araranguá.
O estudo pretende traçar o perfil epidemiológico e sociodemográfico de crianças, adolescentes e adultos com paralisia cerebral no país e integra redes científicas internacionais.
Por meio de perguntas, a pesquisa busca identificar quais são as causas mais frequentes da paralisia cerebral, quais tipos da condição são mais comuns, com que idade iniciam as terapias de reabilitação e se as características clínicas da paralisia cerebral são semelhantes em todas as regiões do país.
O levantamento das informações é realizado em instituições de referência nas áreas da saúde e da educação em todos os estados brasileiros, sob coordenação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).