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Jorginho Mello questiona post de rádio de Tubarão sobre Carlos Moisés 

Por Fabiano Bordignon
15/04/2026 - 05h56
O Jorginho Mello fez questão de colocar os “pingos nos is” após uma publicação de uma rádio de Tubarão - Foto: Reprodução

Uma publicação da Rádio Cidade de Tubarão no Instagram, com o título “Moisés rompe com o atual governo, declara apoio a João Rodrigues”, chamou minha atenção na última terça-feira, 14 de março.

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O post fazia referência a uma entrevista concedida pelo ex-governador Carlos Moisés a um dos programas da emissora. A reação do governador Jorginho Mello ao comentar a publicação foi cirurgica.

 “Rompeu? Nunca estivemos juntos”, questionou e ao mesmo tempo reforçou o que já vinha sendo percebido desde o início do atual governo. 

Jorginho Mello, em nenhum momento, teve algum alinhamento com o seu antecessor. Pelo contrário. A relação sempre foi marcada por distanciamento e críticas.

Lembro-me bem da primeira coletiva de imprensa após a posse de Jorginho Mello, ainda no segundo mês de seu mandato, durante uma prestação de contas do governo. Na ocasião, o governador foi muito crítico ao avaliar a gestão de Carlos Moisés.

Um dos principais alvos foi o Plano 1000, criado por Moisés. Para Jorginho, tratava-se de uma iniciativa "eleitoreira" que, segundo ele, foi um “cheque sem fundo”.

Essa manifestação do governador é uma reafirmação taxativa de que nunca houve qualquer relação política entre os dois. Importante deixar as coisas claras. E ele mesmo fez questão de fazer isso.

O balaio de siri começou a se movimentar

Por Fabiano Bordignon
10/04/2026 - 14h03

A prisão do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, e o avanço das investigações passam a expor nomes que podem ter sido beneficiados por recursos considerados suspeitos.

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Matéria publicada na Revista Oeste desta sexta-feira, 10 de abril, com base em relatórios da Receita Federal enviados à CPI do Crime Organizado, aponta repasses milionários — entre eles, R$ 5,1 milhões ao economista Gustavo Loyola.

Mas o que mais chama atenção é a abrangência desta mini lista inicial. Segundo o levantamento, aparecem nomes de diferentes partidos, incluindo figuras ligadas aos governos de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, além de um ministro do Supremo Tribunal Federal.

Entre os citados estão o presidente do União Brasil, Antonio Rueda; o governador do Paraná, Ratinho Júnior; o ex-prefeito de Salvador ACM Neto; e os ex-ministros Guido Mantega, Fabio Wajngarten, Henrique Meirelles e Ricardo Lewandowski. É só o começo. 

Teria sido esse um dos fatores que levaram Ratinho Júnior a recuar da sua pré-candidatura à Presidência da República?

Fabiano Bordignon

Blog do Bordignon

Em 2004, colou grau em jornalismo pela Universidade do Sul de Santa Catarina. É editor da edição impressa da Revista Única e, dos portais, www.lerunica.com.br e www.portal49.com.br.

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