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Quem é o suplente que vai assumir o Senado com a licença de Seif

Por Fabiano Bordignon
21/02/2026 - 11h06
Hermes Artur Klann - Foto: Reprodução

Com a licença anunciada pelo senador Jorge Seif nesta semana a veículos de comunicação do Estado, para se dedicar à campanha de reeleição do governador Jorginho Mello em 2026, quem assume a cadeira no Senado é o primeiro suplente, Hermes Artur Klann.

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O parlamentar não informou a data exata do afastamento, apenas confirmou que a licença ocorrerá neste ano eleitoral.

Empresário de Brusque, Klann atua no ramo de transportes rodoviários e turismo. Embora não seja figura conhecida do grande público na política estadual, ele já teve envolvimento com gestão empresarial ligada ao setor turístico, especialmente em Balneário Camboriú, no início da década de 1990.

Na época, esteve à frente da Marambaia Turismo e recebeu reconhecimento da Câmara de Vereadores do município, com a concessão de Título de Cidadão Honorário.

Agora, com a saída temporária de Seif do Senado, Klann terá sua primeira experiência direta no Congresso Nacional, assumindo mandato em Brasília durante o período eleitoral.

A mudança representa uma transição do setor empresarial para o centro das decisões políticas do país — ainda que de forma temporária. 

O trem descarrilhou, deputado?

Por Fabiano Bordignon
18/02/2026 - 19h36

A política é feita de palavra. E palavra, precisa ter valor. O ex-deputado Edinho Bez (MDB) construiu uma trajetória importante em Santa Catarina. Ninguém apaga isso. Teve protagonismo, articulação, influência e marcou época dentro do partido. Mas os movimentos recentes têm causado ruído — na sigla.

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Primeiro, surgiu a intenção de indicar a filha como pré-candidata a deputada federal. O diretório municipal não concordou. Diante disso, fechou-se apoio ao projeto de João Marcelo a Fretta Zappelini, o Joma, para a Câmara Federal — um nome considerado natural dentro da construção partidária.

Até aí, parecia que o trem tinha voltado aos trilhos. Mas a estação seguinte trouxe novo desconforto. Esse cenário político acabou deixando Jorge Kock, também pré-candidato fora da articulação, pensando na Amurel. E agora surge novamente o nome da filha, desta vez como pré-candidata a deputada estadual pela região de Tubarão — algo que, segundo interlocutores locais, não estava combinado.

Política é construção coletiva. Quando acordos são refeitos sucessivamente, quando decisões parecem mudar conforme o vento, a base começa a desconfiar. E desconfiança é o combustível mais perigoso dentro de um partido.

Não se trata de atacar trajetória. Trata-se de coerência. Se havia um entendimento interno, ele foi rompido. Com todo respeito, ex-deputado: a base, conforme me contatou, quer clareza. Porque quando a palavra perde peso, o trem pode até continuar andando — mas propenso a comprometer a chegada.

Fabiano Bordignon

Blog do Bordignon

Em 2004, colou grau em jornalismo pela Universidade do Sul de Santa Catarina. É editor da edição impressa da Revista Única e, dos portais, www.lerunica.com.br e www.portal49.com.br.

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