Final de semana é sinônimo de futebol. E, por isso, deixo aqui minha opinião sobre a Seleção Brasileira nesta Copa do Mundo.
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Tomara que eu esteja errado, mas, analisando o elenco e principalmente o desempenho apresentado até agora, não consigo enxergar o Brasil como candidato real ao título.
A equipe comandada por Carlo Ancelotti dentro de campo ainda não convenceu. O empate na estreia contra o Marrocos gerou críticas da torcida e do próprio treinador, que admitiu que a seleção precisa evoluir.
A vitória sobre o Haiti serviu para aliviar a pressão, mas não muda minha impressão. O Brasil segue apresentando dificuldades coletivas e depende muito mais de lances individuais do que de um padrão de jogo consistente.
Quando assisto a seleções como Espanha, apesar do tropeço na estreia ao empatar com Cabo Verde, França, Alemanha, Argentina, Inglaterra, Holanda e até o Japão, vejo times mais organizados, intensos e com uma ideia de jogo mais clara. Por isso, considero um exagero tratar o Brasil como favorito apenas pelo peso da camisa.
Espero estar enganado, mas acredito que o Brasil terá muitas dificuldades quando enfrentar adversários mais qualificados. Se não houver uma evolução significativa nas próximas partidas, a caminhada pode terminar muito antes do que o torcedor imagina.
No futebol, previsões costumam ser desafiadas dentro de campo. E nada me deixaria mais satisfeito do que ver esta opinião falhar e a Seleção levantar a taça. Contudo, o que vejo é uma equipe longe de inspirar confiança.
Prefeito Estêner Soratto - Foto: Vinicius Duarte/Divulgação/Revista Única Passado praticamente um ano e meio de gestão, o governo do prefeito Estêner Soratto dá sinais claros de que deixou para trás a fase inicial de reorganização administrativa e financeira para entrar em um momento de aceleração das entregas.
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Se o primeiro ano foi dedicado a colocar a casa em ordem, agora os resultados começam a aparecer em diferentes áreas da administração.
O desafio inicial não era pequeno. A Prefeitura assumiu uma dívida de R$ 774,5 milhões. Mesmo diante desse cenário, conseguiu avançar na recuperação das contas públicas, reduzindo esse passivo para R$ 691,9 milhões em 2025 — uma diminuição de R$ 82,6 milhões no primeiro ano.
O atual governo municipal precisou administrar problemas que foram protelados em gestões anteriores, como a crise da coleta de lixo e a situação do transporte coletivo, que exigiu uma rápida resposta do município para evitar a interrupção do serviço.
Mas a gestão não se resume apenas aos desafios enfrentados. Até o final deste ano é concluir a pavimentação de aproximadamente 200 ruas, quando somado com as mais de 50 realizadas no ano passado, além de uma série de investimentos em infraestrutura urbana que começam a transformar a realidade dos bairros.
Na saúde, a expectativa pela conclusão da UPA 24 Horas se soma a avanços importantes, como a implantação da telemedicina, ampliando o acesso da população a consultas especializadas e reduzindo a espera por atendimentos.
Na educação, o governo também promoveu mudanças significativas ao garantir uniformes, mochilas e materiais escolares gratuitos para os estudantes da rede municipal de ensino. Medidas que representam alívio para milhares de famílias e reforçam o compromisso com a permanência dos alunos na escola e a valorização da educação pública.
Outro ponto que merece destaque é o trabalho preventivo realizado pela Defesa Civil e pelas equipes de infraestrutura. A limpeza de mais de 100 quilômetros de valas, a manutenção de sistemas de drenagem, a desobstrução de bocas de lobo e galerias e, agora, o início da limpeza completa do Rio da Madre — uma intervenção aguardada há mais de duas décadas — demonstram uma atuação voltada à prevenção e à redução dos impactos causados por eventos climáticos extremos.
Há ainda uma série de ações que muitas vezes passam despercebidas pela população, mas que fazem diferença no dia a dia da cidade. O enrocamento às margens do Rio Tubarão, a revitalização do deck da praça que apresentava avançado estado de deterioração e diversas melhorias em espaços públicos mostram uma administração atenta não apenas às grandes obras, mas também aos detalhes que contribuem para a qualidade de vida da população.
Naturalmente, ainda existem desafios e demandas a serem atendidas. Porém, ao analisar o conjunto das ações realizadas até aqui, fica evidente que a gestão cumpriu sua primeira missão de reorganização e agora começa a colher os resultados desse trabalho.
É possível afirmar que o governo Soratto engatou a quinta marcha. Com as contas mais equilibradas, obras avançando, investimentos em saúde, educação e prevenção, e projetos estruturantes saindo do papel, a tendência é que o ritmo de entregas continue crescendo nos próximos meses e se consolide ao longo do restante do mandato.
Blog do Bordignon
Em 2004, colou grau em jornalismo pela Universidade do Sul de Santa Catarina. É editor da edição impressa da Revista Única e, dos portais, www.lerunica.com.br e www.portal49.com.br.