A partir desta quinta-feira, 02 de outubro, a coleta de lixo em Tubarão passa a ser realizada pela Cooperativa Bom Jesus, do Rio Grande do Sul, contratada em caráter emergencial pela Prefeitura. O contrato provisório foi necessário para garantir a continuidade do serviço até a conclusão da licitação definitiva, prevista para ocorrer dentro de até 60 dias.
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No processo emergencial, nove empresas apresentaram propostas. A Racly – que prestava o serviço em Tubarão desde 1994 e vinha mantendo o contrato apenas por meio de aditivos – não participou. A Cooperativa Bom Jesus venceu a disputa e já inicia os trabalhos com caminhões novos, modelos 2024 e 2025, e equipe própria, que também poderá ter contratações locais. A empresa já atua em cidades como Santo Amaro da Imperatriz e Palhoça.
De acordo com informações confirmadas pelo prefeito em conversa com o blog, nesta quarta-feira, a mudança vai gerar uma economia mensal de aproximadamente R$ 100 mil aos cofres públicos. O valor pode ser ainda maior após a conclusão do processo licitatório definitivo, quando a concorrência tende a reduzir ainda mais os custos. Ainda nesta quarta-feira, a Prefeitura deve divulgar uma nota oficial com detalhes sobre a transição da coleta.
Novas entregas
Na próxima sexta-feira, 03, Soratto anunciará outras obras para a cidade, incluindo a construção de uma nova praça entre os investimentos previstos e a pavimentação de mais três ruas.
No último fim de semana, em uma roda de amigos, surgiu um assunto e questionaram a minha opinião em relação a utilização de gramados sintéticos em partidas de grandes campeonatos pelo mundo.
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A minha resposta foi curta e objetiva - se gramado sintético fosse bom, vaca comia. Brincadeiras à parte, o futebol nasceu e se desenvolveu na grama natural. As irregularidades na condição do gramado também fazem parte do jogo — tudo isso compõe a essência do esporte. Quando se troca isso pela opção de grama sintética por mais moderno e bem cuidado que seja, a sensação é de que a partida perde um pouco a graça.
Obviamente, existem argumentos a favor, mas será que praticidade compensa o impacto no espetáculo, na saúde dos atletas e até no simbolismo do futebol? Se o gramado natural foi de onde surgiu a modalidade não é o material sintético que irá trazer a alma do jogo.
Blog do Bordignon
Em 2004, colou grau em jornalismo pela Universidade do Sul de Santa Catarina. É editor da edição impressa da Revista Única e, dos portais, www.lerunica.com.br e www.portal49.com.br.