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Os decadentes do palco e da política

Por Fabiano Bordignon
26/09/2025 - 08h38

Gilberto Gil, Caetano Veloso e Chico Buarque já foram gigantes da música brasileira. Hoje, não passam de caricaturas de si mesmos. Três dinossauros que, quando não vivem à sombra da Lei Rouanet, se esforçam para parecer relevantes em um Brasil que já não canta mais suas canções.

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Na teoria, eles pregam o socialismo, a igualdade, a justiça social. Na prática, desfrutam de vidas de luxo, regadas a privilégios, cachês milionários e palácios de praia. O famoso “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”. É o retrato perfeito da esquerda caviar -  aquela que brinda com vinho francês enquanto posa de defensora dos oprimidos.

Eis que o trio resolveu se engajar de novo, desta vez no ato melancólico patrocinado pelo desgoverno Lula. Uma convocação pomposa, vendida como a “grande mobilização cultural da democracia, que reuniu cerca de 40 mil gatos pingados. Um fiasco. Nem a presença das velhas estrelas da MPB conseguiu salvar o espetáculo.

Mesmo com os seus medalhões no palco, o lulopetismo não consegue mais arrastar multidões. O povo percebeu a farsa. O Brasil real está cansado de sermão de milionário travestido de socialista. O tempo de Gil, Caetano e Chico já passou – tanto na música quanto na política.

E quando artistas decadentes precisam se pendurar no Estado para se manter em evidência, é sinal de que a arte virou panfleto e o show virou palanque.

O ringue entre Júlia Zanatta e Preto Crippa

Por Fabiano Bordignon
22/09/2025 - 08h20
Preto Crippa e Júlia Zanetta - Foto: Reprodução

No último domingo, 21 de setembro, a deputada federal Júlia Zanatta (PL) soltou o verbo contra o prefeito de Laguna, Preto Crippa (PL). 

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Nas redes sociais, Zanatta abriu fogo contra o colega de partido, acusando-o de manter em cargos de confiança pessoas ligadas ao PT e ao PCdoB – siglas que, segundo ela, trabalham ativamente contra a direita e tentam “calar” adversários como os políticos do Partido Liberal. 

A deputada revelou que Crippa recebeu R$ 500 mil do fundo eleitoral para disputar as últimas eleições e frisou que esse recurso só existiu porque deputados federais, como ela, votaram e asseguraram a verba. 

A deputada também apelou diretamente ao governador e presidente estadual do PL, Jorginho Mello, cobrando uma posição dura. Ela sugeriu que Crippa seja expulso do partido. 

No calor da discussão, ainda chamou o prefeito de “moleque”. Crippa se defendeu. Disse que com ele a deputada não vai conseguir lacrar. 

Fabiano Bordignon

Blog do Bordignon

Em 2004, colou grau em jornalismo pela Universidade do Sul de Santa Catarina. É editor da edição impressa da Revista Única e, dos portais, www.lerunica.com.br e www.portal49.com.br.

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