No dia 04 de outubro, o brasileiro voltará às urnas. Mais do que escolher nomes, terá a oportunidade de decidir qual projeto de país deseja para os próximos anos. A posição da Revista Única é clara: acreditamos que o Brasil precisa romper com o modelo de esquerda que há décadas aposta no assistencialismo, no gigantismo do Estado e em promessas que se repetem a cada eleição.
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Picanha, emprego, redução da criminalidade, combate à pobreza. Promessas antigas, discursos conhecidos. Mas é preciso perguntar o que efetivamente mudou na vida do brasileiro?
Não basta apresentar números positivos de determinados indicadores enquanto milhões continuam enfrentando insegurança, impostos elevados, serviços públicos deficientes e dificuldades para prosperar. O brasileiro precisa de oportunidade, não de dependência permanente do Estado.
Defendemos uma política que estimule quem trabalha, empreende, produz e investe. Assistência social deve amparar quem precisa, mas não pode se transformar em instrumento de perpetuação política da pobreza.
Também não podemos ignorar o momento institucional vivido pelo Brasil. O Supremo Tribunal Federal (STF) adquiriu um protagonismo que ultrapassa os limites que deveriam separar os Poderes. Decisões envolvendo liberdade de expressão, redes sociais e atuação política do Judiciário precisam ser discutidas sem medo.
As controvérsias envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o contrato milionário do escritório de sua esposa com o Banco Master reforçam a necessidade de transparência e esclarecimentos. Ninguém está acima da fiscalização — nem mesmo quem ocupa uma cadeira no Supremo.
O próximo presidente ainda terá uma responsabilidade histórica que irá assegurar a indicação de quatro ministros do STF. Portanto, a eleição não definirá apenas quem ocupará o Palácio do Planalto. Poderá influenciar profundamente os rumos das instituições brasileiras durante décadas.
Não estamos aqui pedindo que o leitor vote em determinado candidato. Mas pedimos que vote com memória. Que compare promessas com resultados. Que observe o que aconteceu no Brasil nos últimos anos. Que olhe para outros países da América Latina que estão buscando alternativas ao modelo de esquerda. E que não permita que narrativas políticas substituam a realidade.
O Brasil possui riqueza e potencial para ser uma das grandes nações do mundo. O que falta não é capacidade financeira. Falta escolher melhor o caminho. No dia 04 de outubro, antes de apertar a tecla verde, faça um questionamento simples a si mesmo. O Brasil de hoje é realmente o Brasil que nos prometeram? Saber discernir a resposta representa o futuro do país.
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A poucos dias do primeiro turno, Topázio Neto desferiu o famoso “quem ri por último ri melhor”. Em vídeo publicado nas redes sociais, na quinta-feira, 01 de outubro, o prefeito de Florianópolis questionou qual será a reação do partido diante da mudança de posição de João Rodrigues na corrida presidencial.
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Topázio lembrou que, no início do ano, praticamente foi colocado para fora do PSD depois de declarar apoio à reeleição do governador Jorginho Mello, do PL. Na ocasião, João Rodrigues classificou a posição do então correligionário como uma “traição”, e a direção estadual do PSD chegou a anunciar a abertura de um processo de expulsão contra Topázio.
O próprio João cobrou a expulsão de Topázio do partido. Contudo, o prefeito de Florianópolis deixou o partido antes que o processo chegasse ao desfecho. Na época, Topázio justificou sua decisão dizendo que havia defendido publicamente o apoio a Jorginho por coerência e gratidão.
Mas a coisa toda agora se inverteu. No vídeo, Topázio critica a decisão de João de abandonar o apoio a Ronaldo Caiado, candidato do PSD à Presidência, e declarar voto em Flávio Bolsonaro já no primeiro turno aos 45 minutos do segundo tempo.
Topázio defendeu que João passou boa parte da campanha defendendo Caiado e dizendo que aquela seria a candidatura de “direita à raiz”, além de fazer críticas aos filhos de Jair Bolsonaro. Agora, na avaliação do prefeito, a mudança seria uma questão de “oportunismo”.
“Agora só resta saber a posição do PSD. Se também irá expulsá-lo, no caso dele, com zero coerência. Diferente da minha vez”, afirmou Topázio.
Na terceira colocação na disputa ao governo do Estado, conforme pesquisa Verità divulgada quinta-feira, João Rodrigues anunciou voto agora a Flávio Bolsonaro.
Com a resposta, o PSD…
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Blog do Bordignon
Em 2004, colou grau em jornalismo pela Universidade do Sul de Santa Catarina. É editor da edição impressa da Revista Única e, dos portais, www.lerunica.com.br e www.portal49.com.br.