O governo Lula dá sinais cada vez mais claros de fadiga. O Brasil vive um tempo que exige decisão rápida, pulso firme e presença constante — mas o que se vê no Planalto é um presidente visivelmente cansado, com dificuldade de reagir à velocidade dos fatos.
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A idade pesa, o tempo cobra e isso aparece na prática. Respostas lentas, e muitas delas sequer apareceram até aqui. Falo sobre plano econômico para o país. Lula está velho, governa olhando para o retrovisor, enquanto o presente cobra energia que já não possui.
Não basta discursar. Governar exige vigor físico e fôlego político para enfrentar crises simultâneas. Hoje, o Planalto transmite desgaste. A sensação é de um comando que já não acompanha o tamanho do desafio.
O Brasil é complexo e em permanente transformação. Não pode ser liderado por alguém que parece operar no limite. Experiência conta, mas não compensa a falta de energia. Insistir nisso é condenar o país à paralisia e à estagnação. O cargo exige mais do que memória. Exige presença. E ela, claramente, está faltando.
Diante desse cenário, a saída precisa vir pelas urnas. Um presidente cansado não pode ser o destino do Brasil. Lula precisa ser varrido nas próximas eleições, não por rancor ou revanchismo, mas por necessidade. O país não pode continuar refém de um projeto político esgotado, sustentado apenas por nostalgia. Renovar não é opção — é urgência.
Blog do Bordignon
Em 2004, colou grau em jornalismo pela Universidade do Sul de Santa Catarina. É editor da edição impressa da Revista Única e, dos portais, www.lerunica.com.br e www.portal49.com.br.
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