Defesa alega que material encontrado em computador apreendido pertenceria ao filho do parlamentar
Suspeita sobre o vereador Aldinei Potelecki foi apurada durante ação do Gaeco - Foto: Reprodução A Câmara de Vereadores de Criciúma divulgou, na manhã desta quinta-feira, 02 de abril, uma nota oficial sobre o caso envolvendo o vereador Aldinei Potelecki (Republicanos), investigado após a apreensão de um computador durante operação do Gaeco, em 2024.
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O episódio envolve a identificação de arquivos de pornografia infantil no equipamento. Segundo a Câmara, uma reunião foi realizada na tarde de quarta-feira, 1º abril, na qual a defesa do parlamentar apresentou informações sobre o caso.
De acordo com os advogados, o computador possuía três perfis de usuários e o material estaria vinculado ao perfil do filho do vereador, que à época era menor de idade.
Em nota, o Legislativo municipal informou que acompanha o andamento do caso e aguarda o desfecho conforme os trâmites legais.
Confira a íntegra da Nota Ofical da Câmara de Vereadores de Criciúma
A Câmara Municipal de Criciúma esclarece que as informações envolvendo o nome do vereador Aldinei João Potelecki referem-se a uma apuração iniciada no ano de 2024, sem qualquer relação com o exercício de suas funções no Poder Legislativo.
"Na tarde desta quarta-feira, 01 de abril, foi realizada reunião com os vereadores, ocasião em que o parlamentar, acompanhado de seu assessor jurídico, prestou esclarecimentos sobre os fatos divulgados.
Conforme informado pelo advogado, os fatos não teriam sido praticados pelo vereador, estando relacionados a uma situação envolvendo seu filho, à época menor de idade, já tratada no âmbito das autoridades competentes e sob os devidos trâmites legais.
A Câmara Municipal reforça que não possui envolvimento institucional com o caso e destaca que acompanha a situação com responsabilidade, respeitando o devido processo legal.
Por fim, o Poder Legislativo reafirma seu compromisso com a verdade, a transparência e o respeito às instituições e às famílias envolvidas".