Defesa de Bolsonaro entra com novo pedido de prisão domiciliar humanitária e cita queda do ex-presidente na prisão
Defensoria do DF apura condições de saúde após queda de Bolsonaro na cela da PF - Foto: Divulgação A DP-DF (Defensoria Pública do Distrito Federal) instaurou na última terça-feira, 13 de janeiro, uma investigação sobre as condições de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso desde 22 de novembro na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
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A iniciativa foi tomada após ofícios do senador Izalci Lucas (PL) e do deputado Gustavo Gayer (PL-GO), que solicitaram uma inspeção presencial na cela, a verificação do atendimento de saúde e a análise de possíveis medidas de caráter humanitário.
Em nota, a DP-DF ressaltou que “atua de forma técnica, imparcial e independente, sem juízo prévio de mérito, observando rigorosamente os trâmites legais e institucionais”.
A investigação ocorre após a queda de Bolsonaro, que perdeu o equilíbrio na madrugada de 6 de janeiro e bateu a cabeça. O acidente só foi constatado horas depois, quando os carcereiros abriram a cela por volta das 9h da manhã.
Apesar dos indícios de traumatismo craniano leve, o ministro Alexandre de Moraes negou o pedido de atendimento hospitalar e cobrou maiores detalhes da defesa. O ex-presidente só foi liberado para realizar exames neurológicos no dia seguinte.