Nos últimos três anos, aproximadamente 800 mil toneladas de DDG foram movimentadas pelo Porto de Imbituba
Com a abertura do mercado chinês, o complexo portuário fortalece ainda mais sua posição estratégica no escoamento de granéis sólidos - Foto: Divulghação O Porto de Imbituba protagonizou um marco histórico no início de fevereiro, ao realizar a primeira exportação brasileira de DDG (Dried Distillers Grains) para a China.
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A operação, conduzida pelas empresas Inpasa e Fertisanta, envolveu o embarque de 62,5 mil toneladas do produto, consolidando o complexo portuário catarinense como um importante corredor logístico de granéis sólidos no país.
O DDG é um coproduto obtido a partir da produção de etanol de milho. Durante o processo industrial, o amido do grão é transformado em etanol, enquanto os demais nutrientes, como proteínas, fibras e gorduras, permanecem concentrados no resíduo sólido, que dá origem ao DDG.
O produto é amplamente utilizado na nutrição animal, especialmente na formulação de rações. Nos últimos três anos, a Fertisanta movimentou aproximadamente 800 mil toneladas de DDG pelo Porto de Imbituba.
O secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Ivan Amaral, afirmou que a primeira exportação brasileira de DDG para a China pelo Porto de Imbituba simboliza o fortalecimento da infraestrutura logística de Santa Catarina, amplia as relações com o mercado asiático e consolida o estado como corredor estratégico, gerando empregos e renda.
Já o presidente do porto, Christiano Lopes, destacou que a operação é um marco histórico, abre um novo mercado para o agronegócio nacional, reforça a capacidade logística de Imbituba e fortalece a integração do Brasil com grandes mercados globais.
Com a abertura do mercado chinês, o complexo portuário fortalece ainda mais sua posição estratégica no escoamento de granéis sólidos e amplia sua atuação no comércio exterior.