Trabalho durou cerca de duas horas e meia
Rachaduras na estrutura exigiram o isolamento de uma área por risco de desabamento - Foto: Divulgação O incêndio que destruiu a igreja matriz de Treze de Maio, no domingo, 11 de outubro, mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar e dos Bombeiros Voluntários de Jaguaruna. A ocorrência exigiu oito viaturas e aproximadamente 44 mil litros de água para controlar as chamas.
:: Quer receber gratuitamente notícias por WhatsApp? Acesse aqui
Durante o atendimento, os bombeiros identificaram rachaduras significativas na parede dos fundos da edificação. Diante do risco de comprometimento estrutural e de um possível desabamento, a área foi isolada preventivamente para proteger os profissionais envolvidos na operação.
Com a restrição de acesso aos fundos, as equipes concentraram o combate ao fogo pelas laterais e pela parte frontal da igreja.
A mobilização contou com oito viaturas de combate a incêndio. Duas eram dos Bombeiros Voluntários de Jaguaruna, enquanto as demais pertenciam ao Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC).
Cerca de 12 bombeiros militares participaram diretamente da ocorrência, além de profissionais que estavam de folga e se apresentaram voluntariamente para reforçar o trabalho.
O combate às chamas levou aproximadamente duas horas e meia. Depois que o fogo foi controlado, as equipes permaneceram no local por mais uma hora para realizar o rescaldo, procedimento destinado a eliminar focos remanescentes e diminuir o risco de o incêndio recomeçar.
Ao longo da operação, foram utilizados cerca de 44 mil litros de água transportada pelas viaturas. O abastecimento também foi realizado por meio do único hidrante disponível no município.
Segundo o Corpo de Bombeiros de Tubarão, o equipamento apresentou condições relativamente satisfatórias para atender à ocorrência. A destruição da igreja matriz provocou comoção entre fiéis de Treze de Maio e de municípios da região, que acompanharam o incêndio neste domingo.