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Renda do catarinense é 15% superior à média nacional

Valor médio em SC saltou de R$ 3.587 para R$ 3.900, conforme o IBGE

Por Redação, Revista Única
12/05/2026 - 18h21
Rendimento supera média nacional de R$ 3.367 – Foto: Ricardo Wolffenbuttel

O rendimento médio do catarinense saltou de R$ 3.587 para R$ 3.900 na passagem de 2024 para 2025, conforme o IBGE. Isso representa um crescimento de 8,7%, ou R$ 313 no período. A renda média do catarinense é, portanto, 15,8% superior à média nacional, de R$ 3.367, o que reforça a pujança da economia catarinense.

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Para o governador Jorginho Mello, o dado é reflexo de uma gestão que prioriza o empreendedorismo assim como a geração de oportunidades.

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 “Em Santa Catarina, o trabalho é valorizado. O aumento do rendimento mostra que estamos no caminho certo: menos burocracia, sem aumento de impostos e mais apoio a quem produz. O dinheiro está no bolso do trabalhador porque nossa economia está forte, gerando emprego de qualidade e remuneração justa”, declarou o governador.

Com esse resultado, Santa Catarina se manteve com a quarta maior renda média do país, ficando atrás apenas do Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro. Veja o ranking completo ao final da matéria.

Geração de empregos e menor taxa de desocupação

O crescimento da renda acompanha o bom momento do mercado de trabalho catarinense. Em 2026, o estado já acumula a abertura de mais de 59 mil novas vagas de emprego formal, segundo o Caged, mantendo a taxa de desocupação em apenas 2,2%. Ou seja, a menor do Brasil e bem abaixo da média nacional de 5,1%.

Empreendedorismo e abertura de empresas em alta

Outro fator que explica o aumento da renda média é o ecossistema empreendedor do estado. Santa Catarina segue entre os líderes nacionais na abertura de novos negócios. Em 2025, foram registradas, por exemplo, mais de 140 mil novas empresas no estado, com tempo médio de abertura inferior a 24 horas.

O resultado ocorre não apenas pela desburocratização promovida pela Junta Comercial de Santa Catarina (Jucesc), mas também pela modernização de leis de desenvolvimento econômico.

Condições econômicas favoráveis

Santa Catarina combina forte investimento público em infraestrutura com qualificação profissional. A expansão sobretudo nos setores de tecnologia, agronegócio, construção civil e comércio exterior tem puxado a demanda por mão de obra especializada, pressionando os salários para cima.

Com o crescimento da renda bem como a manutenção do ritmo de geração de empregos, o Governo do Estado investe em programas de qualificação como o Universidade Gratuita, o CaTec e o SCTEC. Além disso, programas como o Pronampe SC e o Juro Zero fortalecem as micro e pequenas empresas, que respondem pela maior parte dos postos de trabalho no estado.

Ranking dos estados – Rendimento médio 2025 (IBGE)

1º Distrito Federal: R$ 6.492

2º São Paulo: R$ 4.106

3º Rio de Janeiro: R$ 4.039

4º Santa Catarina: R$ 3.900

5º Paraná: R$ 3.852

6º Rio Grande do Sul: R$ 3.836

7º Mato Grosso do Sul: R$ 3.564

8º Goiás: R$ 3.539

9º Mato Grosso: R$ 3.473

10º Espírito Santo: R$ 3.320

11º Minas Gerais: R$ 3.270

12º Roraima: R$ 3.183

13º Rondônia: R$ 3.080

14º Tocantins: R$ 2.984

15º Amapá: R$ 2.857

16º Rio Grande do Norte: R$ 2.731

17º Sergipe: R$ 2.591

18º Amazonas: R$ 2.527

19º Acre: R$ 2.438

20º Pernambuco: R$ 2.430

21º Paraíba: R$ 2.372

22º Piauí: R$ 2.361

23º Pará: R$ 2.347

24º Alagoas: R$ 2.281

25º Ceará: R$ 2.179

26º Bahia: R$ 2.162

27º Maranhão: R$ 2.043

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