Retorno ainda depende de ajustes operacionais e cenário econômico do setor aéreo
O Aeroporto Diomício Freitas já contou com voos comerciais regulares no passado - Foto: Divulgação Após uma década sem voos comerciais, o Aeroporto Diomício Freitas, segue trabalhando para retomar as operações ainda no primeiro semestre deste ano. O cronograma, no entanto, sofreu novo adiamento diante do aumento dos custos no setor aéreo.
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Entre os principais fatores está o cenário internacional, com impactos no preço do querosene de aviação, um dos maiores custos das companhias. O gestor do aeroporto, Kleber Luiz Fernandes, afirmou que o planejamento continua, mas depende de fatores externos e também de ajustes internos da Azul Linhas Aéreas, parceira na operação.
A expectativa é que os voos sejam realizados com aeronaves do modelo ATR, indicadas para rotas de curta e média distância e com capacidade para até 78 passageiros. A proposta é ligar Forquilhinha a Campinas, principal centro de conexões da companhia, em um trajeto de cerca de 1h30, com possibilidade de conexões para outros destinos.
O Aeroporto Diomício Freitas já contou com voos comerciais regulares no passado, operados pela própria Azul, com índices elevados de ocupação. Segundo o gestor, a taxa ultrapassava 80%, indicando forte demanda na região.
Na época, eram realizados dois voos diários, incluindo pernoite de aeronave na cidade, o que reforça o potencial para a retomada das operações.
Atualmente, o aeroporto atende principalmente aviação executiva, serviços aeromédicos e voos pontuais. Para viabilizar o retorno das operações comerciais e ampliar a capacidade, estão previstas melhorias estruturais e adequações operacionais.