Com 87 requerimentos de quebra de sigilo incluídos na pauta oposição conseguiu avançar nas deliberações da comissão
O episódio amplia a tensão no colegiado e evidencia o clima de disputa que marca as discussões em torno das apurações - Foto: Reprodução A oposição obteve uma das principais vitórias que buscava desde o início da CPI do INSS: a aprovação da quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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A decisão, aprovada em meio a tumulto, troca de acusações e forte embate entre parlamentares, representa um novo capítulo na disputa entre governistas e oposicionistas no âmbito das comissões que apuram supostas irregularidades no INSS.
O episódio intensifica a tensão política em torno das investigações e amplia o confronto entre as duas frentes dentro do colegiado. Com 87 requerimentos de quebra de sigilo incluídos na pauta — entre eles o que envolve o filho do presidente — a oposição conseguiu avançar nas deliberações da comissão.
A aprovação foi celebrada por parlamentares contrários ao governo, que consideraram a medida um passo importante para aprofundar as investigações. Por outro lado, a decisão provocou reação imediata de aliados do Planalto, que criticaram a iniciativa e classificaram a medida como politização dos trabalhos.
O episódio amplia a tensão no colegiado e evidencia o clima de disputa que marca as discussões em torno das apurações.