A prorrogação do horário de votação até as 19h, por decisão atribuída ao ministro Cristiano Zanin, do STF, e a divulgação de uma parcial inicial do TSE, com Lula na frente após apenas 0,25% dos votos apurados, aumentam a tensão em uma eleição já marcada pela polarização.
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Zanin, que antes de chegar ao Supremo atuou como advogado de Lula, está no centro de questionamentos políticos sobre a decisão.
Em uma democracia, transparência não é favor, é obrigação. Decisões que afetam o processo eleitoral precisam ser devidamente fundamentadas e esclarecidas à população.
O Brasil se foi? Ainda é cedo para qualquer conclusão sobre o resultado. Mas a confiança nas instituições precisa ser preservada com clareza, responsabilidade e respeito às regras eleitorais.
Por enquanto, essa interferência está muito estranha.
Blog do Bordignon
Em 2004, colou grau em jornalismo pela Universidade do Sul de Santa Catarina. É editor da edição impressa da Revista Única e, dos portais, www.lerunica.com.br e www.portal49.com.br.
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