A argila verde, também chamada de montmorilonita, é amplamente utilizada em tratamentos estéticos e terapêuticos.
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Rica em minerais como silício, magnésio e zinco, ela auxilia na regeneração da pele, fortalecimento capilar e até no intervalo de dores. Indicada para peles oleosas e com acne, a argila verde ajuda a regular a oleosidade, atenua rugas e clareia manchas.
Além disso, sua aplicação pode contribuir para a cicatrização de feridas e assaduras, além de dores na coluna e inflamações, como bursite entre outros problemas. Seu uso é versátil: pode ser aplicado no rosto, corpo ou cabelo.
Para fortalecer os cabelos, misture-se com vinagre de maçã e aplique-se no couro cabeludo.
Já para clarear manchas, recomenda-se uma pasta de argila com água, deixando agir por até 90 minutos.
No tratamento de dores, e inflamações uma camada grossa de argila deve ser passada em cima da região a ser tratada, deixando agir por 1h pelo menos. Retire e lave a região com água corrente. Faça e sinta a diferença.
Apesar dos benefícios, o uso requer cuidados. Além disso, a aplicação sobre feridas abertas não é recomendada.
Com propriedades terapêuticas comprovadas, a argila verde se destaca como uma alternativa natural para quem busca saúde e bem-estar.
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Congelar alimentos é uma prática comum para conservar refeições por mais tempo, mas surge uma dúvida: será que esse processo afeta os nutrientes e enzimas dos alimentos?
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A resposta é, em grande parte, tranquila: o congelamento não reduz significativamente o valor nutricional dos alimentos. Quando congelados corretamente, carnes, aves e peixes, por exemplo, mantêm suas proteínas, vitaminas e minerais praticamente intactos.
No entanto, é importante saber que o congelamento pode ocasionar algumas mudanças. Alimentos congelados lentamente podem formar grandes cristais de gelo, que rompem as células e, ao serem descongelados, podem liberar nutrientes com a água, causando perda de suculência e sabor.
Por outro lado, o congelamento rápido evita essa formação de cristais grandes, preservando as células e, consequentemente, os nutrientes. Um fator importante a ser considerado é a temperatura de armazenamento.
Se o freezer não estiver funcionando adequadamente e não mantiver a temperatura abaixo de -18ºC, as vitaminas hidrossolúveis, como a vitamina C e as vitaminas do complexo B, podem se perder com o tempo. Por isso, é fundamental seguir as recomendações do fabricante. As enzimas presentes nos alimentos também são afetadas pelo congelamento.
Elas desempenham funções essenciais no corpo, como digestão, absorção de nutrientes e defesa imunológica. No entanto, o congelamento de 30% a 66% das enzimas, o que significa que, embora o alimento ainda seja nutritivo, algumas dessas funções podem ser comprometidas.
Portanto, a chave para manter a qualidade nutricional das marmitas congeladas é o congelamento super-rápido, que minimiza os danos às células e preserva os nutrientes.
E ao descongelar, nunca deixe os alimentos em temperatura ambiente, o descongelamento deve ser feito na geladeira para evitar o crescimento de bactérias.
Em resumo, congelar alimentos não prejudica a maioria dos nutrientes, mas é importante seguir as técnicas corretas para garantir que sua refeição tenha valor nutricional e seja segura para o consumo.
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Ciência e Saúde
Biólogo e cientista, nutricionista clínico, possui pós-graduação em ciências e tecnologia da alimentação, especialista em patologia clínica e em nutrição esportiva. Natural de Tubarão, seus vídeos já foram visualizados mais de 3,5 bilhões de vezes na internet. Seu trabalho já alcançou mais de 120 países em todo mundo e tem 4,5 milhões de seguidores nas redes sociais. Realizou entrevistas nas principais redes de televisão do país: Record Nacional, Rede Vida, Rede TV, SBT, TV Gazeta, TV Bandeirantes, TV Aparecida e TV Cultura. Dr. Tiago Rocha é autor de quatro livros, entre eles, “Curas Extraordinárias” e “Emagrecimento Saudável”. Ele busca alertar as pessoas sobre os piores e os melhores alimentos do mundo.