Via é a principal reivindicação econômica da região, já que liga o Vale do Braço do Norte com a BR-101
O encontro, intermediado pelo presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), deputado Julio Garcia - Foto: Divulgação Uma comitiva formada por lideranças políticas e empresariais do Sul catarinense esteve reunida com o secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE), Ricardo Grando, para reforçar o pleito histórico por melhorias na SC-370.
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Entre as principais demandas estão a implantação de uma terceira faixa, como solução emergencial, e a duplicação completa da rodovia como projeto de médio prazo.
O encontro, intermediado pelo presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), deputado Julio Garcia, que reiterou apoio à pauta, já debatida em audiência pública realizada em agosto de 2025, contou com a presença do ex-prefeito de Braço do Norte, Beto Kuerten Marcelino, do prefeito de Rio Fortuna, Lindomar Ballmann, do presidente da Câmara de Vereadores de Tubarão, Everson Martins, dos vereadores de Braço do Norte, Renata Schulz Dorpmuller e Ademar Menegasso Berthier, do ex-prefeito de Tubarão, Jairo Cascaes, além da presidente da Acivale, Adria Felipe Weber, do vice-presidente, Júnior Fernandes, do diretor secretário da Acirf, Djeison de Oliveira, do vice-presidente Regional – Sul da Facisc, Pedro Kuzniekow, e da consultora institucional e técnica do Centro de Inteligência e Estratégia da Facisc, Grace Serratine.
Durante a reunião, o secretário Grando reconheceu a saturação da rodovia e sinalizou que o Governo do Estado deve apresentar um posicionamento oficial ainda neste mês de maio. A prioridade inicial, conforme Beto, será a implantação da terceira faixa, considerada uma alternativa mais rápida para minimizar os gargalos no tráfego.
Para ele, a SC-370 não é apenas uma estrada; é a principal reivindicação econômica da região, já que liga o Vale do Braço do Norte com a BR-101. “A nossa região é próspera, temos de tudo, máquinas, alimentos, produção rural, turismo, molduras, bebidas, enfim, são dezenas de setores que precisam de agilidade para escoar seus produtos. Precisamos de agilidade para garantir segurança e fluidez, especialmente diante do crescimento do turismo na Serra”, encerrou.