Condenado já havia recebido outra sentença por feminicídio nesta mesma semana
Essa foi a segunda condenação do réu em apenas dois dias - Foto: Divulgação Um homem foi condenado a 26 anos de prisão pelo assassinato de um taxista em Jaguaruna, crime ocorrido em 15 de junho de 2024. O Tribunal do Júri acolheu a denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e reconheceu as qualificadoras de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
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Segundo o MPSC, o réu e o irmão retornavam do Rio Grande do Sul em uma corrida de táxi quando, já em Jaguaruna, o acusado atacou o motorista e desferiu 53 facadas. A motivação do crime não foi esclarecida.
Após o crime, os dois abandonaram o corpo às margens de uma rodovia e deixaram o veículo da vítima em um posto de combustíveis em Morro da Fumaça.
O réu foi preso pela Polícia Militar em Jaguaruna. Já o irmão fugiu para o Rio Grande do Sul, onde morreu em confronto com a Brigada Militar durante o cumprimento de um mandado de prisão. Conforme o Ministério Público, ele era foragido do sistema prisional por outro homicídio.
Segunda condenação em dois dias
Essa foi a segunda condenação do réu em apenas dois dias. Na quinta-feira (23), ele já havia sido condenado pelo Tribunal do Júri de Criciúma a 26 anos e oito meses de prisão por matar a tia afetiva, com quem mantinha um relacionamento amoroso.
O crime ocorreu em 1º de junho de 2024. A vítima foi morta com 87 golpes de faca dentro de casa, e os jurados reconheceram o homicídio quadruplamente qualificado.