A fiscalização foi feita a bordo de uma embarcação e percorreu o trajeto de limpeza para avaliar a fluidez do escoamento
Grande quantidade de resíduos e lixo doméstico descartada de forma irregular por moradores nas margens do rio - Foto: Divulgação As obras de desassoreamento e limpeza da calha ativa do Rio da Madre — popularmente conhecido também como Rio Morto ou Rio Seco — alcançaram nesta última sexta-feira, 17 de julho, a extensão de 9,1 quilômetros, o que representa cerca de 42% do cronograma total planejado para a desobstrução do leito. Ao todo, a intervenção prevê a recuperação de mais de 21 quilômetros de extensão do manancial.
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Nesta semana, técnicos da Secretaria de Proteção e Defesa Civil realizaram uma vistoria ao longo dos trechos em execução. A fiscalização foi feita a bordo de uma embarcação e percorreu o trajeto em andamento para avaliar a fluidez do escoamento.
Durante a navegação, um fato negativo chamou a atenção dos servidores: a grande quantidade de resíduos e lixo doméstico descartada de forma irregular por moradores nas margens do rio.
O secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Marques, destacou o empenho do município, mas fez um apelo à colaboração da comunidade. “Seguimos atuando de forma contínua para ampliar a capacidade de escoamento do rio e reduzir os impactos causados pelas chuvas, garantindo mais segurança para a população”, afirma o secretário. Contudo, as autoridades reforçam que o sucesso definitivo de uma obra desse porte depende diretamente da conscientização dos moradores em manter as margens livres de entulhos.