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Ferrovia Tereza Cristina completa 29 anos e reforça papel estratégico no desenvolvimento de Santa Catarina

Concessionária celebra quase três décadas de operação contínua e reafirma o compromisso de impulsionar o crescimento do Sul do estado

Por Redação, Revista Única
30/01/2026 - 12h02.Atualizada em 30/01/2026 - 12h08
Desde o início da concessão, mais de 78,1 milhões de toneladas de carvão passaram pelos trilhos da FTC - Foto: Divulgação

Assim como organismos vivos dependem de bases sólidas para crescer, o desenvolvimento de um estado exige infraestrutura em pleno funcionamento. A Ferrovia Tereza Cristina completa 29 anos de atuação neste próximo sábado, 1º de fevereiro, celebrando quase três décadas de conexão logística ininterrupta no Sul de Santa Catarina.

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A trajetória da ferrovia começou ainda no século XIX, quando os primeiros trilhos foram lançados pela antiga companhia inglesa The Donna Theresa Christina Railway Company Limited, tornando-se um dos grandes motores das transformações econômicas e sociais da região Sul, impulsionadas pela mineração do carvão e pela imigração. 

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O capítulo atual dessa história teve início em 1997, com a criação da empresa Ferrovia Tereza Cristina S.A., marco de uma nova fase de modernização, eficiência operacional e ampliação de resultados.

“Nossa história remonta aos anos de 1880, quando a ferrovia nasceu como base do desenvolvimento regional. O ciclo atual, iniciado em 1997, consolidou uma operação moderna, com resultados consistentes e visão de longo prazo”, destaca o diretor-presidente da FTC, Benony Schmitz Filho.

Responsável pelo corredor logístico de 164 quilômetros entre Siderópolis e Imbituba, a concessionária iniciou sua operação com foco no setor energético, com a obrigação contratual do transporte do carvão mineral até o Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, em Capivari de Baixo.

Desde o início da concessão, mais de 78,1 milhões de toneladas de carvão passaram pelos trilhos da FTC, assegurando a segurança energética nacional e contribuindo diretamente para a geração de empregos e renda.

Ao longo dos anos, a ferrovia ampliou sua atuação e diversificou sua matriz logística, conectando o Terminal Intermodal Sul (TIS) ao Porto de Imbituba e incorporando novas cargas à operação. Nesse período, 4,96 milhões de toneladas de cargas conteinerizadas foram transportadas, consolidando o corredor ferroviário entre Criciúma e Imbituba como alternativa competitiva e eficiente aos tradicionais eixos rodoviários e portuários do país.

Além da eficiência logística, a operação ferroviária participa significativamente com a diminuição da carga pesada nas rodovias da região, como a BR-101 por exemplo, contribuindo para a redução de acidentes, custos logísticos e emissões de gases de efeito estufa. Com a integração dos modais ferroviário e rodoviário é possível promover uma economia mais sustentável.

“Essa engrenagem de desenvolvimento é o que nos move. Entendemos que a ferrovia sustenta o crescimento de outras indústrias. Enquanto a Ferrovia Tereza Cristina cumpre seu papel, toda a região ganha fôlego para avançar”, reforça Benony Schmitz Filho.

Ao longo de quase três décadas, mais de 14 municípios foram impactados pelos investimentos da concessionária, que somam R$ 88,7 milhões aplicados em segurança, modernização da malha e eficiência operacional.

A atuação da FTC também resultou na arrecadação de mais de R$ 387,4 milhões para o Tesouro Nacional, em outorgas, arrendamentos e tributos, consolidando sua relevância econômica para Santa Catarina e para o país.

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