Implementação do NPI amplia controle, exige consistência de dados e impõe nova lógica operacional no comércio exterior
Vinde Consultoria, de Criciúma, tem se destacado ao oferecer suporte técnico e tecnológico para adequação ao novo sistema - Foto: Divulgação O Novo Processo de Importação (NPI) marca uma mudança estrutural no comércio exterior brasileiro ao substituir modelos fragmentados por uma lógica integrada, digital e mais rigorosa do ponto de vista técnico.
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Conduzido pelo Governo Federal, o sistema avança na simplificação de etapas operacionais, mas, ao mesmo tempo, amplia significativamente o nível de controle sobre as informações prestadas pelas empresas, criando um novo padrão de exigência para quem atua com importação.
O Novo Processo de Importação (NPI) moderniza o comércio exterior brasileiro ao concentrar etapas no Portal Único Siscomex. A principal mudança é a adoção da Declaração Única de Importação (DUIMP), que unifica informações aduaneiras, fiscais e administrativas em um único fluxo, ampliando a fiscalização da Receita Federal.
O modelo também traz novas exigências, como o Catálogo de Produtos e o uso de atributos detalhados no lugar de descrições genéricas. Isso aumenta a precisão das informações, mas também eleva a complexidade técnica das operações.
A obrigatoriedade de dados completos pode gerar penalidades em caso de inconsistências, com multas a partir de R$ 20 mil. Além disso, empresas que não se adequarem correm o risco de ficar impedidas de importar.
Setores com grande variedade de produtos tendem a enfrentar mais dificuldades, exigindo estrutura especializada para atender às novas regras.
Nesse cenário, empresas como a Vinde Consultoria, de Criciúma, têm se destacado ao oferecer suporte técnico e tecnológico para adequação ao novo sistema, ajudando a reduzir riscos e garantir conformidade.
Apesar dos desafios iniciais, especialistas apontam que o novo modelo deve trazer mais eficiência, padronização e redução de custos no médio prazo.