Profissional teve trajetória marcante na comunicação regional e atuou em assessorias de imprensa, rádio, eventos e projetos voltados ao turismo
Ela deixa a mãe, a filha Victoria, de 18 anos, além de familiares, amigos e inúmeros colegas que lamentam sua partida - Foto: Reprodução A jornalista Cris Freitas faleceu aos 52 anos após enfrentar um câncer diagnosticado há cerca de seis meses. A notícia causou comoção entre familiares, amigos, colegas de profissão e autoridades da região Sul de Santa Catarina, onde construiu uma sólida trajetória na área da comunicação.
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Reconhecida pelo trabalho desenvolvido ao longo de décadas, Cris teve forte atuação no jornalismo regional e na comunicação institucional. Ela esteve à frente das assessorias de imprensa das prefeituras de Nova Veneza e Forquilhinha, além de atuar como cerimonialista em diversos eventos públicos e privados.
Ao longo da carreira, também integrou equipes de importantes veículos de comunicação da região, entre eles a Rádio Voz da Vida e a Rádio Onda Jovem. Empreendedora na área da informação, foi ainda fundadora de um portal de notícias voltado à divulgação do turismo e das potencialidades de Nova Veneza, município onde residia.
Colegas destacam que Cris era conhecida pelo profissionalismo, dedicação e pelo relacionamento próximo com a comunidade, características que marcaram sua atuação em diferentes segmentos da comunicação.
Ela deixa a mãe, a filha Victoria, de 18 anos, além de familiares, amigos e inúmeros colegas que lamentam sua partida.
O velório acontece nesta quarta-feira na Capela Mortuária de Nova Veneza, localizada junto ao Cemitério Municipal São Marcos. A cerimônia de despedida terá início às 11h. Posteriormente, às 16h, o corpo será encaminhado para cremação.
A morte de Cris Freitas representa uma perda significativa para o jornalismo e para a comunicação regional catarinense, setores nos quais deixou sua contribuição e legado profissional.