Justiça suspendeu atendimentos do investigado após novas mulheres relatarem possíveis abusos durante consultas
O inquérito apura, entre outros crimes, suspeitas de violação sexual mediante fraude e importunação sexual - Foto: Divulgação O consultório de um terapeuta investigado por suspeitas de crimes contra a dignidade sexual foi lacrado nea terça-feira, 06 de outubro, no Centro de Araranguá. A medida foi determinada pela Vara Regional de Garantias da Comarca de Criciúma, a pedido da Polícia Civil.
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Além da interdição do espaço, a Justiça suspendeu os atendimentos realizados pelo investigado. Ele está proibido de atuar como psicanalista ou terapeuta e de oferecer consultas de natureza terapêutica ou psicológica, tanto presencialmente quanto pela internet. A divulgação desses serviços também foi proibida.
A investigação começou após uma mulher procurar a Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI) de Araranguá e relatar uma situação ocorrida durante um atendimento. No decorrer da apuração, outras mulheres procuraram a Polícia Civil e relataram episódios semelhantes.
Segundo a corporação, os depoimentos descrevem situações ocorridas em diferentes momentos e incluem suspeitas de contatos físicos e abordagens de cunho sexual durante os atendimentos. O inquérito apura, entre outros crimes, suspeitas de violação sexual mediante fraude e importunação sexual.