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Operação contra lavagem de dinheiro em transações de veículos de alto valor é deflagrada

Esquema consistia em simular vendas sucessivas de carros em curtos intervalos para mascarar a origem ilícita de capital

Por Redação, Revista Única
12/03/2026 - 18h09
Além da simulação de vendas, a empresa cedia veículos de alto valor para o uso de traficantes - Foto: Divulgação

A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) deflagrou, na manhã desta quinta-feira, 12 de março, a Operação Simbiose, com o objetivo de desarticular um esquema de lavagem de dinheiro que utilizava o comércio de veículos de luxo para legalizar recursos do crime organizado. A rede atendia criminosos envolvidos com tráfico de drogas e roubos a bancos.

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De acordo com as investigações da Delegacia de Investigação à Lavagem de Dinheiro (DLAV/Deic), uma empresa do setor automotivo funcionava como “porto seguro” financeiro para facções. O esquema consistia em simular vendas sucessivas de carros em curtos intervalos para mascarar a origem ilícita do capital. O Coaf detectou movimentações atípicas, como depósitos fracionados e repasses para alvos de outras investigações policiais.

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Além da simulação de vendas, a empresa cedia veículos de alto valor para o uso de traficantes. Durante a ofensiva, os agentes cumprem mandados de busca e apreensão e o sequestro de bens, incluindo imóveis, ativos financeiros e carros de luxo. A estratégia da PCSC é focar na descapitalização e asfixia financeira das estruturas criminosas.

De acordo com as investigações da Delegacia de Investigação à Lavagem de Dinheiro (DLAV/Deic), uma empresa do setor automotivo funcionava como “porto seguro” financeiro para facções. O esquema consistia em simular vendas sucessivas de carros em curtos intervalos para mascarar a origem ilícita do capital. O Coaf detectou movimentações atípicas, como depósitos fracionados e repasses para alvos de outras investigações policiais.

Além da simulação de vendas, a empresa cedia veículos de alto valor para o uso de traficantes. Durante a ofensiva, os agentes cumprem mandados de busca e apreensão e o sequestro de bens, incluindo imóveis, ativos financeiros e carros de luxo. A estratégia da PCSC é focar na descapitalização e asfixia financeira das estruturas criminosas.

As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Investigação à Lavagem de Dinheiro (DLAV/Deic), com o suporte do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD). A ofensiva conta ainda com a participação de diversas unidades especializadas da Deic, como a Delegacia de Crimes Fazendários (DCZ), Delegacia de Repressão às drogas (DRD), Delegacia de Defraudações (DD), Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), Delegacia de Capturas (Decap) e Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), além de auditores da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF).

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