Foto: Reprodução/Revista Única

Gestão técnica comprova eficiência da Celesc

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Confira alguns trechos da entrevista com o presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins, publicada na edição impressa de junho/julho da Revista Única.

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Engenheiro mecânico e presidente das Centrais Elétrica de Santa Catarina, Cleicio Poleto Martins, mostra a estrutura e revela os números que envolvem a maior empresa de comercialização e distribuição de eletricidade de Santa Catarina.

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Qual é o efetivo da Celesc? Temos em torno de 3.400 empregados próprios e mais 2 mil terceirizados para atender toda a sociedade que são quase 7 milhões de pessoas.

Um dos sérios problemas que a companhia enfrenta é, sem dúvida, a questão de ligações irregulares. Como vocês tem atacado esse problema? Para combater fraudes, montamos 49 equipes dedicadas a isso – são os famosos gatos. Esse tema é importante para que a sociedade entenda de que aquele gato que alguém está fazendo, alguém paga a conta. E mais do que isso: há um grande risco que aquela comunidade – ou aquela residência, oferece sobre eles que moram sobre aquele teto, ou em um estabelecimento comercial. Quando uma pessoa faz um gato a gente não enxerga que aquela energia está consumindo – então, pode acontecer uma sobrecarga e um incêndio neste local. Temos atuado muito forte nisso. Na região Sul do Estado com várias operações e muitas vezes até com operações policiais para que isso seja feito. A partir disso, fomentamos na Aneel a necessidade de que zonas ou áreas socialmente vulneráveis pudessem ser atendidas pela Celesc – hoje, existe uma sociedade vulnerável, que não está regularizada fundiáriamente. A Celesc é impedida de atender essa sociedade e fazer uma ligação naquela área, inclusive, pelo Ministério Público estadual.

Qual a arrecadação da Celesc? A receita de uma distribuidora ela é composta por vários itens. Dentro da fatura da Celesc – é natural quando temos um problema no setor elétrico que as pessoas vinculem o problema à distribuidora, mas nem sempre isso é verdade. Temos dentro da fatura, geração que é quem produz a energia elétrica – aquele dinheiro carimbado vai para quem produziu, em torno de 33%, tem a transmissão. A transmissão está conectada nas indústrias que produzem energia elétrica, por exemplo, em Capivari de Baixo, têm as usinas que produzem a energia, na frente delas, têm as subestações das transmissoras. Então, as transmissoras pegam aquele bloco de energia gigante das usinas e levam essa energia até as subestações da Celesc. E das subestações da Celesc – que são várias, é feita a distribuição para todas as unidades consumidoras. Há dentro da fatura da Celesc a parte da geradora, da transmissora e também, claro, da distribuidora.

Em relação ao corredor elétrico – temos essa tendência de mobilidade de veículos maior movida a energia. Como está essa questão? São pontos de abastecimento de veículos? Isso. São pontos, e fizemos um programa também. Já estão sendo instalados. No Sul, já está instalado em Laguna, em Tubarão, no Farol Shopping – temos em Maracajá, Criciúma e Nova Veneza. E temos em Florianópolis, Lages, Joaçaba, Treze Tílias, São Miguel do Oeste, Chapecó, Jaraguá do Sul. São 26 pontos desse programa que é um dos maiores corredores elétricos do país. A ideia é que, nesse momento, a gente possa entregar esse equipamento para as pessoas que estão instalando, selecionadas através de um edital, e o custo para o vencedor é a instalação. Inicialmente, irá fornecer energia para fomentar esse mercado. Irá ocorrer um lançamento, mas ainda tem uns em obras, mas em finalização e mais alguns dias teremos um grande lançamento. Aqui em Florianópolis, será uma estação maior que ficará na SC-401 que leva ao Norte da Ilha – onde teremos cinco pontos maiores, com cobertura de placas solares.

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Fabiano Bordignon

Fabiano Bordignon

Jornalista e editor da edição impressa da Revista Única e do portal www.lerunica.com.br.

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